A Teosofia é um movimento filosófico-religioso que surgiu no século XIX e tem como objetivo a busca pelo conhecimento da divindade e da verdade universal (BLAVATSKY, 1888). A palavra Teosofia é a junção de duas palavras gregas, “theos“, que significa Deus, e “sophia“, que significa sabedoria.
A fundadora da Teosofia moderna foi a escritora e filósofa russa Helena Petrovna Blavatsky, que em 1875 publicou a obra “A Doutrina Secreta”, considerada a principal obra teosófica. Blavatsky defendia que a Teosofia era uma síntese de todas as religiões, filosofias e ciências, e que buscava uma compreensão profunda e abrangente da existência humana e do universo.
Entre as ideias mais importantes da Teosofia está a crença na existência de uma “sabedoria primordial” ou “conhecimento divino”, que estaria presente em todas as tradições religiosas e filosóficas (BLAVATSKY, 1888). A Teosofia também acredita na existência de seres espirituais superiores, como os mestres ascensionados, que seriam responsáveis por guiar a humanidade no caminho da evolução espiritual.
Além disso, a Teosofia defende a ideia de que todas as religiões e filosofias possuem uma verdade essencial em comum e que essa verdade pode ser descoberta através da busca pelo conhecimento espiritual e da prática da meditação e da contemplação (LEADBEATER, 1895).
A Teosofia teve grande influência no surgimento de diversos movimentos espirituais, como a Antroposofia e a Nova Era, e continua sendo estudada e praticada por pessoas em todo o mundo.
Referências:
BLAVATSKY, H. P. A Doutrina Secreta. São Paulo: Pensamento, 1888.
LEADBEATER, C. W. O Plano Astral. São Paulo: Pensamento, 1895.
